
Logo a seguir, tem um trecho editado sobre RESPONSABILIDADE de um livro que estou lendo atualmente. Gostei muito dessa parte, por isso quero compartilhar com vocês.
Espero que agrade e que se possivel mostre uma outra dimensão de responsabilidade.
Espero que agrade e que se possivel mostre uma outra dimensão de responsabilidade.
Grande abraço
Bruna L.
Bruna L.
Primeiramente o autor explica o seguinte:
Diante das situações que acontecem em nossas vidas, geralmente temos duas explicações: as tranqüilizadoras (reativas) e as geradoras.
Tranqüilizadoras (reativas): “me declaro inocente e ponho a responsabilidade em algo fora de mim. Porem, isso possui um enorme custo. De nos colocarmos no papel de vitima. Declaro-me inocente, mas, ao mesmo tempo, declaro-me impotente e incompetente. Essas explicações acabam com a possibilidade de ação. Acabam com a possibilidade de se responder a uma situação.”
Geradoras: “Fazendo-me parte do problema, posso ser parte da solução. Não me faço passível de culpa, já que não escolhi que o sistema caísse. Mas assumo sim, o poder que está em minhas mãos. Porém, essa maneira também tem um custo, que é a responsabilidade. Essas explicações abrem a possibilidade de ação.”
Depois vem o seguinte trecho:
“A pergunta que o mestre faz ao seu discípulo é a mesma que o coach* faz durante a sessão de coaching: “O que você quer que aconteça com essa situação? Dada essa circunstância, quanta responsabilidade você está disposto a assumir? O que é necessário para responder eficazmente?” Em outras palavras, diante de um determinado acontecimento, o coach pergunta: “Qual é a história que você vai decidir contar? A história da vítima ou a história do protagonista?” A primeira gera impotência, com a segundo assumo o poder que está em minhas possibilidades e em minhas competências.
A questão passa por assumir responsabilidade [respons(h)abilidade – habilidade para responder a uma situação], passa por tomar consciência de que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, posso escolher quem eu vou ser. Se estendo minha mão para apertar outra mão, estarei escolhendo ser o tipo de pessoa que estende a mão; e isso é independente de o outro estender ou não a sua. Meu ser é definido a partir de mim, e não a partir da atitude do outro. Agimos como somos, mas também somos como agimos. A ação gera o ser. Se faço uma grosseria a outra pessoa, esse ato não envolve apenas esse outro, mas também me transforma no tipo de pessoa que faz grosserias. É uma questão que tem a ver com a essência do ser, com o que eu sou.Eu posso escolher.
Viktor Frankl, psiquiatra e catedrático vienense, foi o prisioneiro 119104 no campo de concentração de Auschwitz. Em seu comovedor livro O homem em busca de sentido nos diz: “Ao homem pode se retirar tudo, exceto uma coisa: a última das liberdades humanas – escolha da atitude pessoal ante um conjunto de circunstâncias – para decidir seu próprio caminho. (...) mesmo quando condições tais como a privação de sono, a alimentação precária e as diversas tensões mentais podem nos levar a crer que os reclusos se viam obrigados a reagir de certo modo, em última análise se fazia claro que o tipo de pessoa em que se transformava um prisioneiro era o resultado de uma decisão íntima, e não unicamente produto da influência do campo (...) a liberdade íntima nunca se perde. É esta liberdade espiritual que não nos poder ser tirada , o que faz com que a vida tenha sentido e propósito”.
“Se fores amável, as pessoas podem te acusar e ser egoísta e interesseiro ...Ainda assim seja gentil.
Se fores um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros ...Ainda assim vença.
Se fores honesto e franco, as pessoas podem enganar-te ...Ainda assim seja honesto e franco.
O que demoraste anos para construir alguém pode destruí-lo de uma hora para outra ...Ainda assim ... construa.
Se tiveres paz e fores feliz, as pessoas podem sentir inveja ...Ainda assim ... seja feliz.
O bem que fizeres hoje, pode amanhã ser esquecido ...Ainda assim ... faça o bem.
Dê ao mundo o melhor de si, ainda que isso possa nunca ser o suficiente ...Ainda assim ... dê o melhor de si mesmo.
E lembre-se de que, no fim das contas ...
É entre você e DEUS. Nunca foi entre você e eles ...!
Madre Tereza de Calcutá
CRÉDITOS: Livro, COACHING. A arte de soprar brasas p.26-29
AUTOR: Leonardo Wolk
EDITORA: Qualitymark
* Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e superação de suas fragilidades.
Diante das situações que acontecem em nossas vidas, geralmente temos duas explicações: as tranqüilizadoras (reativas) e as geradoras.
Tranqüilizadoras (reativas): “me declaro inocente e ponho a responsabilidade em algo fora de mim. Porem, isso possui um enorme custo. De nos colocarmos no papel de vitima. Declaro-me inocente, mas, ao mesmo tempo, declaro-me impotente e incompetente. Essas explicações acabam com a possibilidade de ação. Acabam com a possibilidade de se responder a uma situação.”
Geradoras: “Fazendo-me parte do problema, posso ser parte da solução. Não me faço passível de culpa, já que não escolhi que o sistema caísse. Mas assumo sim, o poder que está em minhas mãos. Porém, essa maneira também tem um custo, que é a responsabilidade. Essas explicações abrem a possibilidade de ação.”
Depois vem o seguinte trecho:
“A pergunta que o mestre faz ao seu discípulo é a mesma que o coach* faz durante a sessão de coaching: “O que você quer que aconteça com essa situação? Dada essa circunstância, quanta responsabilidade você está disposto a assumir? O que é necessário para responder eficazmente?” Em outras palavras, diante de um determinado acontecimento, o coach pergunta: “Qual é a história que você vai decidir contar? A história da vítima ou a história do protagonista?” A primeira gera impotência, com a segundo assumo o poder que está em minhas possibilidades e em minhas competências.
A questão passa por assumir responsabilidade [respons(h)abilidade – habilidade para responder a uma situação], passa por tomar consciência de que, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, posso escolher quem eu vou ser. Se estendo minha mão para apertar outra mão, estarei escolhendo ser o tipo de pessoa que estende a mão; e isso é independente de o outro estender ou não a sua. Meu ser é definido a partir de mim, e não a partir da atitude do outro. Agimos como somos, mas também somos como agimos. A ação gera o ser. Se faço uma grosseria a outra pessoa, esse ato não envolve apenas esse outro, mas também me transforma no tipo de pessoa que faz grosserias. É uma questão que tem a ver com a essência do ser, com o que eu sou.Eu posso escolher.
Viktor Frankl, psiquiatra e catedrático vienense, foi o prisioneiro 119104 no campo de concentração de Auschwitz. Em seu comovedor livro O homem em busca de sentido nos diz: “Ao homem pode se retirar tudo, exceto uma coisa: a última das liberdades humanas – escolha da atitude pessoal ante um conjunto de circunstâncias – para decidir seu próprio caminho. (...) mesmo quando condições tais como a privação de sono, a alimentação precária e as diversas tensões mentais podem nos levar a crer que os reclusos se viam obrigados a reagir de certo modo, em última análise se fazia claro que o tipo de pessoa em que se transformava um prisioneiro era o resultado de uma decisão íntima, e não unicamente produto da influência do campo (...) a liberdade íntima nunca se perde. É esta liberdade espiritual que não nos poder ser tirada , o que faz com que a vida tenha sentido e propósito”.
“Se fores amável, as pessoas podem te acusar e ser egoísta e interesseiro ...Ainda assim seja gentil.
Se fores um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros ...Ainda assim vença.
Se fores honesto e franco, as pessoas podem enganar-te ...Ainda assim seja honesto e franco.
O que demoraste anos para construir alguém pode destruí-lo de uma hora para outra ...Ainda assim ... construa.
Se tiveres paz e fores feliz, as pessoas podem sentir inveja ...Ainda assim ... seja feliz.
O bem que fizeres hoje, pode amanhã ser esquecido ...Ainda assim ... faça o bem.
Dê ao mundo o melhor de si, ainda que isso possa nunca ser o suficiente ...Ainda assim ... dê o melhor de si mesmo.
E lembre-se de que, no fim das contas ...
É entre você e DEUS. Nunca foi entre você e eles ...!
Madre Tereza de Calcutá
CRÉDITOS: Livro, COACHING. A arte de soprar brasas p.26-29
AUTOR: Leonardo Wolk
EDITORA: Qualitymark
* Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) de acordo com a meta desejada pelo cliente, onde o coach apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e superação de suas fragilidades.


